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Qual a história da publicidade no Brasil?

Qual a história da publicidade no Brasil?

Essa história já vinha desde a época da colonização. Quando nossos índios pintavam papagaios pra vendê-los como araras ao lesado “consumidor” europeu.
Foi mais uma questão cultural, que meramente comercial. O brasileiro é bom de papo. Bom de lábia. Convencer está no seu DNA!

 

Desde os tropeiros atravessando as serras com suas mulas carregadas de produtos até os camelôs nos trens do Rio de Janeiro, com um anúncio mais criativo que o outro. Ao brasileiro, anunciar e vender é intuitivo.
Provavelmente, uma consequência de ter sido uma colônia de exploração. Um povo que por muito tempo teve que lidar com a sobrevivência e a clandestinidade acabou desenvolvendo essa “sagacidade” como uma coisa natural.
Fora a parte da malandragem, convenhamos. Brasileiro sabe se virar em qualquer parte do mundo, né? E tudo isso se deve primeiramente a uma coisa: Nós sabemos como envolver as pessoas na nossa visão.
Uma cultura tão fértil, não demoraria a gerar a publicidade como a conhecemos. Na prática, demorou. Muito mais porquê essa mesma cultura, manteve a publicidade nesse nível informal por muitos anos ainda. Foi apenas em 1808, com a criação da Imprensa Régia, que algo mudou.

 

A chegada da família real, causou a abertura desse jornal, que foi o marco zero da imprensa no Brasil.
Os primeiros anúncios ainda eram tímidos até meados de 1891 quando entrou em cena o trio: Jornal, classificados e agência de propaganda. Os anúncios se tornaram maiores e mais chamativos.
Já no início do outro século (1900), a grande revolução da vez foi o rádio. Com ele, vieram os jingles e todos os programas de novela que nossas tataravós adoravam!
O outdoor ainda não havia sido inventado, e a mídia era feita através dos jornais, revistas, rádios e em cartazes nas laterais dos bondes.

 

A segunda guerra mudou tudo! Em 1950, chegou ao Brasil aquela que se tornaria nossa fiel companheira até hoje: A TELEVISÃO!
Logo após, veio a era da publicidade em larga escala. Grandes marcas como a Coca-Cola, se espalhavam pelo mundo. Era o início dos enormes impérios publicitários. Era a época dos hippies se aproximando. Da revolução sexual, dos direitos civis nos EUA e da guerra no Vietnã.

 

Foi o início da publicidade mais parecida com a atual. Reflexiva, corajosa e provocante!
Em seguida, os anos coloridos foram engolidos pelos “Anos de Chumbo”, pois era o início dos 20 anos de ditadura. Todos os anunciantes passaram a perder espaço para o governo, que agora era a estrela de todas as campanhas. Os fuscas circulavam com o adesivo “Brasil. Ame-o ou Deixe-o”. Foi a época do boom da classe média urbana, e seus jovens profissionais de gravatas largas.

 

Na década de 70, foi a vez do mercado da Comunicação amadurecer. Profissionalizando um ramo até então criativo, mas amador. Era a época do Black Power, dos grandes bailes Soul com milhares de dançarinos, e do surgimento do Punk Rock! A ditadura, já agonizava em frangalhos. Com uma economia afundada em dívidas, e a agitação das Diretas Já por todo o país.

 

As agências iniciaram um processo de mudança que viria a culminar com um novo modelo ao final dos anos 80. A ditadura estava morta, e era o fim das enormes campanhas estatais. Um mercado mais livre, abriu novas necessidades: full service! As duplas de criação dos anos 70, transformam-se em equipes, numa integração entre Mídia, Planejamento e Criação.

 

A publicidade brasileira se auto regulamenta e surge o CONAR pra botar ordem na casa! Agora, a publicidade já estava bem amadurecida e com projeção internacional!
A internet conquista seu espaço como mídia. As TVs por assinatura tiram o espectador dos canais abertos. Aparecem a computação gráfica, e os efeitos especiais em larga escala.
É o começo da publicidade atual, e aqui estamos!

 

Aqui na TACCONE, gostamos de colocar “raiz” em tudo o que criamos! Conhecer o passado, é importante para não repetir erros e ter ideias ainda melhores! Já que está aqui, continue navegando pelo nosso site! Você também pode nos conhecer através do Facebook ou Instagram!

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