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A epidemia do trap

A epidemia do trap

Beats arrastados, graves estourando, autotune bem regulado e letras com o mais puro hedonismo, além de todo tipo de insegurança ou medo que vários desses artistas não afirmariam com outros beats. Essa já foi a identidade do trap, mas a sua influência se tornou estrondosa, e o filho mais novo do hip hop, agora aborda uma variedade enorme de assuntos e sonoridades.

Quem frequenta as noites das grandes cidades pode confirmar: É quase impossível passar por um bairro com concentração de bailes como a Lapa e Madureira no RJ e não ouvir o trap tocando em alguma casa, ou mesmo na rua, em caixas de som instaladas em bares.

A noite carioca é apenas um dos muitos lugares alcançados pelo trap. Em poucos anos, o ritmo se tornou uma febre global, dando origem a vários gêneros menores como o afro-trap de Angola, o trap-soul (Mistura com o R&B.) e trap-funk no Brasil.

Tendo surgido em Atlanta, EUA, por volta dos anos 2000, o ritmo hoje é representado por nomes como Future, Cardi B e Migos, sendo Migos um dos grupos mais famosos do gênero.

A sua rápida mistura com outros gêneros e popularidade, com certeza se deve a dois fatores: A simplicidade sonora de seus beats e o seu potencial festivo. O último item pode não parecer tão relevante, mas apenas quando não levamos em conta, que são as festas os locais onde a música realmente ganha notoriedade.

No Brasil, houve um ritmo cuja grande projeção nacional só foi possível graças aos mesmos ingredientes: O Funk!

Já amplamente utilizado na cena de hip hop brasileira, assim como em outras cenas musicais do país, o trap já entra numa fase de consolidação, onde já não é mais novidade, mas um ritmo estabelecido e já com um mercado.

As previsões indicam que o trap será uma dos grandes subgêneros do hip hop num futuro próximo, tão majestoso como foi o Gangsta Rap nos anos 90.

Entramos nos anos 90 do trap!

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