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A Ditadura dos Corpos.

A Ditadura dos Corpos.

Nossos pais, provavelmente viram uma publicidade muito diferente da nossa. Quem não se lembra dos chocantes anos 90 da mídia brasileira? Estranhos, vazios e com valores bastante distorcidos! Programas infantis com dançarinas (e apresentadoras…) seminuas, programação violenta ou de cunho obsceno passando a qualquer hora do dia, programas de auditório com quadros bizarros.

Pois é. “- No meu tempo não tinha essas coisas” não é mais uma desculpa muito aceitável. É verdade que há diferenças entre as mídias das épocas, mas posso salientar que melhorou muito. MUITO!

Só os horários com advertências e faixas etárias já são enormes conquistas, e que antes não existiam. 
Atualmente, a publicidade e mais especificamente os seus ramos midiáticos, têm aos poucos incorporado uma série de valores nas novas campanhas e peças.

 

É a era do combate ao preconceito e à exclusão de pessoas e suas identidades.
Infelizmente, algumas pessoas ainda consideram questões muito mais associadas a identidade e individualidade como sendo questões morais ou sujeitas à escolha do indivíduo, e nesse sentido, criam empecilhos, boicotes e ataques virtuais contra as marcas capazes de “ousar” e desafiar padrões sociais.

Um desses padrões, é o dos corpos.
Recentemente, eu pude conhecer uma campanha de uma grande empresa de roupas chamada “misture-se”. A campanha toca em questões muito boas. Discussões importantes para serem feitas, envolvendo a liberdade de expressão corporal e individual das pessoas.

Parece bem simples, não?
Não pareceu para muitas pessoas.
Devemos lembrar que em questões como essa, nosso país infelizmente ainda carrega muitas barreiras.  Ainda somos o país que mais assassina pessoas trans no mundo. (por motivos homofóbicos comprovados em cada caso.)

 

Ainda não acordamos para questões simples, como por exemplo, de que corpos são diferentes uns dos outros, e por isso não podem ter um único formato representante.
O papel da publicidade é o de apresentar um conceito, e vendê-lo. Porém, também podemos dizer que dentro desses conceitos cabem diversas outras questões.

O perfil do novo consumidor brasileiro mudou muito nos últimos dez anos. A geração Y, que cresceu em meio aos computadores e em um mundo pós lutas por direitos civis, igualdade de gênero e sexual, agora cresceu, saiu da faculdade e já se coloca como um novo e diferente exército de consumidores.

Eles são jovens ansiosos, curiosos, ambiciosos e principalmente, QUESTIONADORES!
Para atender a essa nova leva de consumidores, nós publicitários precisamos ter a mente aberta. Especialmente os que já estão há muito tempo no mercado.

 

A publicidade é uma profissão que sempre acompanha os pensamentos dos clientes, sem abrir mão de VALORES e de RESPONSABILIDADES, é claro.

 

Aqui na TACCONE, estamos sempre conectados com as discussões rolando pelo mundo. Com RESPONSABILIDADE! Nossa bandeira, é o trabalho impecável e a satisfação de nossos clientes acima de tudo! E já que está aqui, aproveite pra navegar pelo nosso site! Você também pode nos conhecer pelo Facebook e Instagram!

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